Idosas de Samambaia buscam atividades físicas contra sedentarismo

 

Moradora de Samambaia, Antônia Maria, de 68 anos, funcionária pública, relata que quando se deu início a pandemia ela ficou preocupada em praticar atividades físicas a fim de fugir do sedentarismo e ter uma vida mais ativa mesmo dentro de casa. Sem atividades, ela sentia muitas dores musculares e cansaço. Após fazer uma rotina de exercícios dentro de casa, ela garante que se sente com mais humor e disposição.

A neurologista Sheilla Machado, de 30 anos, afirma que o exercício físico faz parte das estratégias para prevenção de doenças cerebrovasculares, como o acidente vascular cerebral e demências. “Faz parte das medidas não medicamentosas no tratamento da enxaqueca e da cefaléia tensional. É uma das medidas de higiene do sono no paciente com insônia, por isso a importância dos exercícios”, afirma.

 Socorro de Souza,  55 anos, também moradora de Samambaia, dona de casa, afirma que antes da pandemia ela praticava a dança e os benefícios eram maravilhosos “Eu quase não tomava o remédio para a ansiedade”. Mas agora, ela afirma que tudo mudou que se sente mas ansiosa e apreensiva. “Ficar em casa é uma tortura, mas é para um bem maior”. A dança a deixava mais feliz, com a companhia de suas amigas de dança, com o encerramento das atividades em grupo torna impossível o contato com as pessoas. “ Isso tudo mexe com o psicológico da gente e com o emocional, da uma tristeza ter que  ficar em casa isolado do mundo” afirma Socorro de Souza.

Esportes  

Leonardo Subtil , fisioterapeuta esportivo, alerta que existem inúmeros benefícios tanto na caminhada, como no exercício físico em si. “E o que chama mais atenção são os benefícios na qualidade de vida como: diminuição dos efeitos da demência, melhora a qualidade do sono diminui sintomas depressivos, melhora o condicionamento cardiovascular diminui a hipotrofia muscular, entre outros”, afirma o especialista.


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