Preso por estuprar filha da namorada em Samambaia já possui outras condenações


 

Duas semanas após o Metrópoles ter noticiado a prisão de um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 10 anos, filha da atual namorada, a reportagem apurou que há outros dois processos anteriores nos quais o abusador também foi denunciado. Em um deles, ele teria abusado de outra enteada, filha da ex-mulher – à época, a vítima tinha 12 anos.

O homem não terá o nome revelado para que as vítimas também não sejam identificadas. As condenações são por estupro de vulnerável e infrações contra a Lei Maria da Pena. As penas somam 22 anos e 10 meses de prisão em regime fechado.

No entanto, o acusado nunca havia sido preso até ser detido pela equipe da 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), pelo caso mais recente. Ele recebeu, no ano passado, o direito de responder em liberdade pelas acusações anteriores.

De acordo com a apuração da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), em 25 de outubro, o denunciado estuprou a filha da namorada na residência do casal, na QR 617 de Samambaia. Antes de assediar a menina, o homem teria fechado janelas e cortinas do imóvel para não levantar qualquer suspeita.

Segundo as investigações, a mãe da criança denunciou o companheiro um dia após o crime, em 26 de outubro. “Ela relatou que convivia com o autor havia três anos e nunca deixava a filha só com ele. No dia 25, precisou deixar a menina com o companheiro, e ele abusou da criança. Ele teria ficado nu na frente da criança e se masturbado. A filha contou para a mãe, e ela fez o registro”, afirmou o delegado-chefe da 26ª DP, Cícero Jairo.

O acusado foi preso no condomínio da mãe dele, em Águas Claras, em 30 de outubro, após a Justiça expedir um mandado de prisão preventiva. Agora, responderá mais um processo por estupro de vulnerável.

Reincidente

Os outros dois crimes foram cometidos em 2016. O agressor convivia desde 2014 com a ex-esposa e a filha mais velha dela. Com o término da relação, o homem incendiou pertences da ex, na casa onde eles moravam, além de agredir a mulher fisicamente, segundo consta no processo judicial.

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