Curva de mortes por covid-19 começa a se estabilizar no Brasil



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Desde 26 de maio, o Brasil está em um patamar médio de 985 vítimas da covid-19 por dia. Portanto, nesta quarta-feira (17), o Brasil completa três semanas com certa média no número de óbitos. Isso pode significar uma estabilização.
Contudo, é necessário se atentar à disparidade entre alguns estados. No Rio de Janeiro e em São Paulo, por exemplo, a pandemia chegou antes e, neste momento, ambos começam a mostrar estabilização. Já no Paraná e na Paraíba, os óbitos ainda têm crescido.


Ainda sobre o Rio, o estado até apresenta uma queda no número de mortes por dia nos números dos últimos 15 dias. A média caiu de aproximadamente 200 para 140. São Paulo, no entanto, não conseguiu esse rebaixamento nos óbitos.
O comportamento desordenado do coronavírus Brasil afora deve-se às proporções continentais do país, segundo a microbiologista Natalia Pasternak, pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. No eixo Rio-São Paulo, por exemplo, a maior preocupação é o registro de casos nos municípios do interior, onde há baixa capacidade de testagem e infraestrutura hospitalar precária para o atendimento a pacientes.
Já a disparada na curva de óbitos dos estados do Sul seria explicada pelo fato de que a região foi a última a ser acometida pelo coronavírus.
Outro desafio, segundo Pasternak, é a subnotificação. Em Minas Gerais, por exemplo, houve um aumento desproporcional no diagnóstico de síndrome respiratória aguda grave e um registro tímido de Covid-19 — ambas as doenças têm sintomas semelhantes.

1.338 novas mortes

Na terça (16), o Brasil registrou 1338 novas mortes. É o segundo maior número de mortes em 24 horas desde o último dia 4, quando foram somadas 1.470 vítimas.


Ao todo, são 45.456 mortos pela covid-19. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa formado pelos jornais O Globo, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo. Com informações do jornal Extra
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