Samambaia completa 68 dias sem chuva e ainda não há previsão de fim da seca


Com quase setenta dias sem chuva, Samambaienses ainda não veem perspectiva de um fim para a seca, mas a sensação de frio continua. Desde 19 de maio a capital vive dias de seca e manhãs geladas. A quinta-feira que começou com 11 ºC de temperatura não deverá esquentar muito. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura máxima para o dia deve ser de 26 ºC no período da tarde para o Distrito Federal e de 25 ºC em Brasília. A umidade deve ficar em torno de 25% a 30% no restante do dia e o céu deve variar de claro a parcialmente nublado.

Segundo a meteorologista Naiane Araujo, não há sinal de chuva para, pelo menos, os próximos 10 a 15 dias. “No ano passado tivemos mais de 120 dias de chuva e neste ano devemos ter algo parecido. As chuvas só devem vir no final de setembro e com mais força em outubro”, avalia. Os próximos dias devem seguir semelhantes.
 
E o resultado dos dias secos é uma baixa crescente na umidade. Hoje, durante a mínima, a umidade relativa do ar alcançou 80%, mas a medida que as temperaturas aumentam, esse número tende a cair. Mas a meteorologista esclarece que o comportamento é normal para essa época do ano. “A relação da umidade com a temperatura é inversamente proporcional. A medida que esquenta, a umidade cai”, explica.
 
Na avaliação do Inmet, é possível que a umidade chegue a menos de 20% em agosto. No mesmo período do ano passado, o DF viveu dias de névoa seca e temperaturas máximas de 31 ºC. De acordo com o Instituto, uma massa de ar seco cobrindo várias regiões do Brasil é responsável por abaixar a umidade e diminuir as chances de chuva. Segundo eles, cerca de 80% do país está coberto por essa massa.
Segundo a meteorologista Naiane Araujo, não há sinal de chuva para, pelo menos, os próximos 10 a 15 dias. “No ano passado tivemos mais de 120 dias de chuva e neste ano devemos ter algo parecido. As chuvas só devem vir no final de setembro e com mais força em outubro”, avalia. Os próximos dias devem seguir semelhantes.
 
E o resultado dos dias secos é uma baixa crescente na umidade. Hoje, durante a mínima, a umidade relativa do ar alcançou 80%, mas a medida que as temperaturas aumentam, esse número tende a cair. Mas a meteorologista esclarece que o comportamento é normal para essa época do ano. “A relação da umidade com a temperatura é inversamente proporcional. A medida que esquenta, a umidade cai”, explica.
 
Na avaliação do Inmet, é possível que a umidade chegue a menos de 20% em agosto. No mesmo período do ano passado, o DF viveu dias de névoa seca e temperaturas máximas de 31 ºC. De acordo com o Instituto, uma massa de ar seco cobrindo várias regiões do Brasil é responsável por abaixar a umidade e diminuir as chances de chuva. Segundo eles, cerca de 80% do país está coberto por essa massa.
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