Separe o casaco mais quentinho; vento, frio e chuva devem aumentar no DF

Madrugadas geladas, manhãs amenas, tardes ensolaradas, possibilidade de chuva. A instabilidade, tão típica e conhecida pelos brasilienses, marca esta semana. Os casacos mais pesados ganham as ruas, mas o guarda-chuva ainda deve fazer parte dos acessórios indispensáveis. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a tendência é de que o frio aumente no Distrito Federal. Além do tempo gelado, as chuvas prometem continuar ao menos até amanhã.
“O que sentimos é um reflexo da circulação da massa de origem polar, que vem aos poucos do Sul para o Centro-Oeste. Porém, a alta umidade associada aos ventos mais fortes, causa uma sensação térmica de maior frio do que de fato marcam os termômetros”, explicou o meteorologista do Inmet Manuel Rangel.

Os ventos atingiram ontem uma velocidade média de 14km/h. Já a umidade relativa do ar ficou entre 95% e 50%. O tempo deve, aos poucos, mudar de quente e úmido para gelado e seco. As chuvas vão gradativamente diminuindo, até serem interrompidas em junho, período da grande seca em Brasília. As precipitações só devem voltar à capital em setembro, com o início da primavera. Hoje o céu deve permanecer encoberto com chuva em áreas isoladas. A temperatura varia de 16ºC a 25ºC. A umidade relativa do ar fica entre 90% e 50%.
Apesar da despedida das chuvas, o meteorologista Rangel destacou que as chuvas deste ano superaram a média histórica. “Nos últimos três meses, choveu mais do que a média esperada. Só nesta primeira metade de abril, superamos o esperado para o mês. Foram 180,3 milímetros de precipitação, sendo que a expectativa era de 133. E isso é bom para os mananciais”, destacou. A mais recente medição, realizada ontem pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa), mostra que a barragem do Descoberto estava com 86,3% e a de Santa Maria com 53,6%.

Alerta à saúde

A chegada do frio marca o aumento do número de casos de gripe. O vírus da influenza que atinge os humanos pode ser do tipo A ou B, ambos com potencial de causar surtos e epidemias na estação sazonal. Dois subtipos históricos são o H1N1 e o H3N2.
Para evitar a contaminação, a Secretaria de Saúde recomenda que, ao apresentar sintomas como febre, tosse, dor de garganta e espirros, a pessoa deve higienizar as mãos com álcool ou água e sabonete, além de usar lenços descartáveis ao tossir e espirrar.

FONTE: CORREIO BRAZILIENSE
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