Polícia Civil investiga Cespe e Idecan por fraudes em concursos públicos

Foto: divulgação
Nesta segunda-feira (21/08) a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) está fazendo a operação contra fraudadores de concursos públicos de Brasília. Uma organização criminosa agia cobrando dinheiro para garantir vagas para os candidatos em concursos públicos.

A participação de funcionários em algumas bancas como o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) e o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção de Promoção de Eventos (Cespe/Cebraspe) estão sendo alvo de investigação. 

Buscas e apreensões já estão acontecendo no Cespe/Cebraspe e também foi expedido quatro mandados de prisão preventiva contra Hélio Garcia Ortiz, o filho dele Bruno de Castro Garcia Ortiz, Johann Gutemberg dos Santos e Rafael Rodrigues da Silva Matias. 

O acusado Hélio, já foi preso há 11 anos por liberar a Máfia dos Concursos, já Johann Gutemberg, dono do Instituto Nacional de Ensino Especial, faculdade que funciona em Taguatinga, está com suspeita de providenciar diplomas de cursos superior para as pessoas que não cumpria a exigência do concurso.

A operação, batizada de Panoptes (referência ao monstro da mitologia que tinha 100 olhos), começou após denúncias de fraude no concurso do Corpo de Bombeiros. O grupos agia com pontos eletrônicos, uso de identidades falsas para que outras pessoas fizessem a prova no lugar dos inscritos, além do uso de celulares.

Hélio Garcia em 2009, já foi indiciado por falsificação de documento público, estelionato, falsidade ideológica e uso de documento falso pela Polícia Federal, acusado de liderar a máfia dos concursos e cometer uma série de crimes em processos seletivos públicos no Distrito Federal.

Eduarda Fernandes
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