Uma mãe que deu entrada no Hospital Regional de Samambaia (HRSam) para realizar uma curetagem após a perda de seu bebê sofreu complicações gravíssimas durante o atendimento. Segundo relatos da família, um procedimento que deveria ser rotineiro se transformou em tragédia: a mulher saiu da unidade sem o útero e sem um rim.
Diante do desfecho drástico, os familiares acusam a equipe médica de negligência e cobram explicações imediatas sobre os métodos adotados na cirurgia. O caso reacende o debate sobre o colapso e a falta de transparência na saúde pública do Distrito Federal, onde famílias seguem desamparadas à espera de respostas e responsabilidade.
O espaço permanece aberto para esclarecimentos das autoridades, enquanto a população do DF exige uma apuração rigorosa e o direito a um atendimento digno e seguro.


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