A realidade de quem vive na Expansão de Samambaia, tem sido marcada pelo abandono e pelo descaso com a infraestrutura básica. Em diversas quadras da região, a população enfrenta uma rotina degradante: a convivência diária com esgoto a céu aberto e o acúmulo de lixo logo na saída de suas residências. A situação afeta diretamente a saúde, a segurança e a dignidade das famílias locais.
O drama do esgoto e do mau cheiro
A falta de conclusão e a necessidade constante de manutenção nas redes de captação fazem com que os bueiros transbordem com frequência. Em dias de calor, o mau cheiro gerado pelos dejetos que correm pelas calçadas torna o ar insuportável e impede que os moradores deixem as janelas abertas. Quando chove, o cenário se agrava: a água contaminada invade garagens e quintais, trazendo prejuízos materiais e riscos imediatos de infecções e doenças de veiculação hídrica.
Acúmulo de lixo e vetores de doenças
Somado ao problema do esgoto, o descarte irregular e falhas pontuais na coleta regular de resíduos transformaram esquinas e calçadas em lixões improvisados. Sacos plásticos rasgados, restos de móveis e entulho acumulam-se nas frentes das casas. Esse ambiente tornou-se o criadouro perfeito para a proliferação do mosquito Aedes aegypti (transmissor da dengue), além de atrair ratos, baratas e escorpiões, colocando crianças e idosos em perigo constante.
Cobrança por providências
Cansados de promessas, os moradores da Expansão exigem que os órgãos públicos, como a Caesb e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), tomem providências definitivas. A comunidade reivindica:

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