PCDF revela como facção comprava o silêncio dos moradores de Samambaia


Uma megaoperação desencadeada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), ainda na madrugada desta quarta-feira (6/5), escancarou um fenômeno preocupante na capital federal: a adoção de estratégias típicas das maiores f4cções cr1min0sas do Rio de Janeiro por grupos atuantes no Distrito Federal.


A Operação Eiron, conduzida pela 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), mobilizou um contingente de 200 policiais para desmantelar uma estrutura que não apenas tr4ficav4 dr0gas, mas buscava substituir a presença do Estado por uma falsa rede de proteção social.

A investigação, iniciada em outubro do ano passado, revelou uma tática perversa: o financiamento de festas comunitárias com dinheiro do n4rcotráf1co. No Dia das Mães, Dia das Crianças, além de outras datas comemorativas, o grupo distribuía comida, bebidas, cestas básicas e bolos. O objetivo era claro: gerar aversão às forças de segurança e gratidão pelo cr1me. O grupo adotava uma estratégia de cooptação social, para comprar o silêncio da comunidade e inibir denúncias.

Inspirados no modelo adotado por f4cções como o Terceiro Comando Puro (TCP), f4cçã0 carioca rival do Comando Vermelho (CV), os cr1minos0s promoviam ações assistencialistas em comunidades vulneráveis. Essas ações, financiadas com dinheiro do tráf1co, tinham como objetivo conquistar a simpatia da população local, reduzir denúncias e dificultar a atuação da polícia na área.

Crédito: Metrópoles-DF

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