Novas regras para financiamento de imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida passam a valer a partir desta quarta-feira (22).
As medidas, aprovadas em março pelo Conselho Curador do FGTS, ampliam o acesso ao financiamento habitacional, com atualização dos limites de renda familiar e dos valores máximos dos imóveis financiáveis.
Com as mudanças, o programa passa a atender famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.
Também houve aumento dos tetos dos imóveis financiáveis, que agora podem chegar a R$ 400 mil, na Faixa 3, e a R$ 600 mil, na Faixa 4, para a classe média. Enquanto as Faixas 1 e 2 seguem com limites regionais definidos de até R$ 275 mil, de acordo com o porte de cada município..
“Na prática, famílias com renda em torno de R$ 3.000, que anteriormente estavam enquadradas na Faixa 2, passam a acessar as condições da Faixa 1, beneficiando-se da redução da taxa mínima de juros”, afirma a Caixa, em nota.
“Essa redução representa uma diminuição de pelo menos 0,25 ponto percentual, com impacto direto na redução do custo total do financiamento ao longo do contrato”, acrescenta o texto.
Aumento do valor dos imóveis
- Faixa 3: de R$ 350 mil para R$ 400 mil
- Faixa 4: de R$ 500 mil para R$ 600 mil
Aumento no teto da renda
Para as faixas de renda familiar mensal
- Faixa 1 - de R$ 2.850 para R$ 3.200
- Faixa 2 – de R$ 4.700 para R$ 5.000
- Faixa 3 - de R$ 8.600 para R$ 9.600
- Faixa 4 - de R$ 12 mil para R$ 13 mil
No programa, as faixas 1, 2 e 3 recebem subsídios do governo e juros mais baixos. Já a faixa 4, que é focada na classe média, tem condições especiais de financiamento, sem subsídio direto, mas com juros reduzidos e maior teto de valor de imóveis.

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