Nas redes sociais, Marcos se apresenta como um homem casado e frequentador da igreja Congregação Cristã Brasil. Segundo os investigadores, ele atuava há pelo menos cinco anos como técnico de enfermagem — destes, um foi no Hospital Anchieta, onde os crimes ocorreram. Também estudante de fisioterapia, o rapaz começou a trabalhar em na UTI neonatal de outra instituição particular após ser demitido diante das suspeitas da Comissão de Óbitos do Anchieta.
Conforme apontam as investigações, Amanda trabalhava em outro setor do hospital, mas era amiga de longa data de Marcos. No Instagram, ela se apresenta como mãe, cristã, intensivista e instrumentadora cirúrgica. Já Marcela era nova na instituição e recebia instruções do técnico acerca do serviço no setor. Em 2022, ela foi aprovada em uma das etapas de um processo seletivo de jovem aprendiz do Hospital da Criança de Brasília.
Os três serão indiciados por homicídios dolosos qualificados por meio insidioso, visto que as vítimas não sabiam estar recebendo a substância, tampouco poderiam se defender, considerando que estavam acamadas. A pena varia de 12 a 30 anos. Enquanto o técnico vai responder pelos três crimes, Marcela e Amanda responderão por coautoria em apenas dois, pois não estavam presentes em uma das ocorrências.

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