Samambaia é uma das cidades com mais crescimento habitacional do DF


 

Com 61 anos recém-completados, Brasília nasceu do sonho de Juscelino Kubitschek de criar, de forma planejada e estruturada, a capital do país no Planalto Central, como previa a Constituição de 1946. Projetada para abrigar 500 mil habitantes na área central, a capital federal chega em 2021 com 33 regiões administrativas, mais de 3 milhões de moradores e com os desafios do Governo do Distrito Federal para a implantação de políticas que garantam o crescimento e o desenvolvimento ordenados nos próximos anos.

Levantamento divulgado em 2020 pelo IBGE estima que a população do Distrito Federal seja de 3.055.149 de habitantes – crescimento de 39.881 moradores no último ano. O aumento representa alta de 1,33%, mais do que a média nacional registrada no Brasil, de 0,77%. A Companhia do Desenvolvimento do Planalto Central (Codeplan), órgão do DF responsável por pesquisas e estudos socioeconômicos, prevê que o DF tenha 3,4 milhões de habitantes até 2030.

Regiões mais densas

A Terracap disponibiliza, regularmente, milhares de imóveis para venda por licitação. Atualmente, o Distrito Federal cresce com a comercialização de terras públicas no Guará, entre as quadras 46 e 58, Jardim Botânico Etapa 3 e Taquari, para o chamado mercado residencial unifamiliar, que são basicamente para construção de casas. Já para os empreendimentos coletivos, que são os condomínios de apartamentos, as cidades que estão sendo densificadas são Recanto das Emas, Samambaia, Águas Claras, Riacho Fundo 2, Guará, Noroeste e Sobradinho. “Com a disponibilização desses imóveis e entrega de imóveis dentro do programa Habita Brasília, a gente consegue suprir a demanda habitacional. Estamos maximizando a capacidade de suporte dos territórios e densificando as cidades”, explica Júlio César Reis.

O crescimento vertical tende a ser uma tendência para garantir a demanda habitacional do DF. Segundo a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), os principais mercados de vendas de imóveis atualmente estão no Noroeste, em Águas Claras, em Samambaia, no Gama e em Ceilândia. “São cidades modernas, com bom hub de transportes e em crescimento. São regiões que crescem nos espaços ainda livres”, afirma Eduardo Aroeira, presidente da Ademi.

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