Bolsonaro: "Quando o último brasileiro tomar a vacina, eu tomo"


 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (28/4) que tomará a vacina contra a covid-19 após o "último brasileiro" receber o imunizante. A declaração foi feita na saída do Palácio da Alvorada a simpatizantes, ao criticar a instalação da CPI da covid. O mandatário repetiu ainda defesa à cloroquina, que não possui eficácia comprovada contra o vírus, e apontou que caso seja diagnosticado novamente com a doença, tomará o mesmo remédio.

Ele emendou ter se "safado em menos de 24 horas" usando a medicação. Na ocasião em que recebeu diagnóstico positivo para a doença, Bolsonaro passou cerca de 15 dias em quarentena, despachando por videoconferência na residência oficial.

"A CPI vai investigar o quê? Eu dei dinheiro para os caras. No total foram mais de R$ 700 billhões. Auxílio emergencial no meio. Muitos desviaram dinheiro, roubaram. Agora tem uma CPI para querer investigar conduta minha? "Ah, se ele foi favorável a cloroquina ou não". Se eu tiver um novo vírus aí, eu vou tomar de novo. Me safei em menos de 24h, assim como milhões de pessoas. Quando o último brasileiro tomar vacina, eu tomo", destacou.

Segundo ele, por ser o presidente da República, tem que "dar o exemplo". "Tem gente apavorada. Então, toma a vacina na minha frente. Eu sou chefe de Estado e tenho que dar exemplo. O meu exemplo é esse. É deixar, já que não tem vacina para todo mundo ainda, o mundo inteiro não tem vacina ainda, tome na minha frente. Sempre foi assim. Sou o último a 'comer no quartel", emendou.


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