335 moradores de Samambaia perderam suas vidas para a Covid-19 desde o inicio da pandemia

 




Samambaia superou mais de 15 mil casos de coronavírus, chegando ao total de 15.234 casos confirmados com 335 óbitos desde o início da pandemia.

Mais leitos de UTI

Com o intuito de atender toda a demanda de pacientes graves com o novo coronavírus e preparar as unidades de saúde para a segunda onda de infecção, a Secretaria de Saúde divulgou um plano de reativação de leitos em unidades de terapia intensiva. A disponibilização de mais leitos será feita em fases, de acordo com a demanda. Em um primeiro momento, serão 151 vagas para casos graves da doença. Ao todo, a pasta vai ofertar 382 leitos de UTI para covid-19. Serão ativados também leitos com suporte de ventilação mecânica e de enfermaria.

O Hospital de Campanha de Ceilândia receberá pacientes com o novo coronavírus. A Secretaria de Saúde informou ao Correio que a unidade ganhou os equipamentos que estavam no Hospital de Campanha do Mané Garrincha, e, atualmente, a unidade de Ceilândia se encontra na fase de contratação de recursos humanos. A expectativa é que até o final deste mês, a instalação esteja apta a atender a população.

Para reforçar o atendimento aos casos graves, o pronto-socorro da clínica médica do Hospital Regional de Samambaia (HRSam) será exclusivo para pacientes com covid-19. A mudança, no entanto, não interfere nos serviços de emergência obstétrica e de cirurgia geral. De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde ontem, Samambaia contabiliza 15.234 casos notificados da doença em moradores da região, sendo que 335 perderam a vida por complicações do vírus.

O Hospital Regional do Guará será o único a não internar pacientes com o novo coronavírus. O local manterá um espaço covid, na emergência, para atendimento inicial e, depois, vai direcionar os pacientes diagnosticados para outras unidades. O Hospital de Base ficará voltado para casos de alta complexidade da covid-19. Todas as unidades de pronto atendimento (UPA) deverão manter uma ala pequena para fazer o primeiro acolhimento de pessoas com sintomas do novo coronavírus.

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