Desemprego tem queda, mas aumenta contraste social



 

A taxa de desemprego total de agosto para setembro caiu em 1,3% – foram 19,1%, e 18,4% respectivamente. Isso corresponde a mais de 4 mil pessoas fora do grupo de desempregados no Distrito Federal em setembro.

O relatório também aponta um aumento no rendimento dos ocupados mais ricos e queda na parte mais pobre do Distrito Federal no mês passado. Entre a faixa dos 50% mais ricos o aumento no foi de 1,2%. Os 50% mais pobres tiveram rendimento de -1,2%.


Segunda a pesquisa, foram 1,275 milhão de postos de trabalho ocupados em setembro – 34 mil a mais em relação a agosto, com 1,241 milhão.

Um bom indicativo, segundo a análise do gerente de estudo socioeconômicos da Coodeplan, Jusçanio Umbelino de Souza. “Nesse período de transição, com os primeiros resultados positivos, já é possível avaliar o quanto está subindo os trabalhos no setor público e no mercado privado”, disse em entrevista ao 
Jornal de Brasília.

A pesquisa seleciona mensalmente uma amostra domiciliar de 2 mil e 500 pessoas. Os dados divulgados equivalem a uma média das pesquisas realizadas nos 3 meses anteriores. A média da PED de setembro foi com base em 7 mil e 500 entrevistas realizadas por telefone entre julho, agosto e setembro.

Na gerência da pesquisa, o economista Jusçanio destaca o efeito competitivo no mercado de trabalho durante a retomada das atividades. “É uma característica do mercado que sai de um período de estagnação e retoma seu crescimento. Ele se torna mais seletivo – ou seja, tem muitas pessoas se oferecendo a esse mercado e ele apresenta uma seletividade”, disse o economista durante a apresentação do estudo.



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