Lockdown na conta da Fecomércio



Comerciantes criticam Fecomércio

Associação comercial de Ceilândia diz que desistência do hospital pode custar o lockdown

Um possível lockdown em algumas cidades satélites, estudado pelo Palácio do Buriti, tem elevado as críticas em cima da entidade representativa do comércio do Distrito Federal, a Fecomércio-DF que voltou atrás na promessa de construção de um hospital de campanha.

A região administrativa que pode vir a ter seu completo fechamento decretado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), é a Ceilândia, região com aproximadamente 400 mil habitantes. Lembra a reportagem que, mesmo com as medidas iniciais de isolamento social decretadas, parte do comércio da cidade já vinha funcionando o que pode ter elevado o índice de contaminação da doença na região.
Agora, há uma articulação do palácio do Buriti para que se consiga a construção de um novo hospital de campanha que serviria para suprir a demanda de pacientes que resultarão da flexibilização da atividade econômica feita recentemente pelo governador Ibaneis Rocha (MDB).

GDF anunciou, inclusive, a dispensa de licitação para a construção da unidade hospitalar deverá disponibilizar 60 leitos para a região onde o coronavírus mais avança.
O problema é que a cobrança da nova unidade de saúde aparece depois que a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-DF) recuou da entrega do hospital de 400 leitos, acordado em salão nobre do palácio, que seria construído pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) com recursos da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

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