MP inspecionará Aterro Sanitário de Samambaia por transbordamento





Após transbordamento de chorume, o Aterro Sanitário de Brasília, localizado em Samambaia, será alvo de vistoria do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Prodema) mobilizou peritos para fazer inspeção no complexo. O caso foi denunciado pelo Metrópoles.

Além do pente-fino in loco, o órgão de fiscalização solicitou laudos para determinar eventuais medidas judiciais sobre o caso. Segundo a promotora de Justiça titular da 3ª Prodema, Marta Eliana de Oliveira, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) é responsável pelo tratamento do chorume.



“Segundo o princípio do poluidor pagador, o gerador é o responsável pelos resíduos que produz. Portanto, a responsabilidade pelo chorume do aterro é do SLU [Serviço de Limpeza Urbana]”, pontuou Marta. Para a promotora, a questão precisa de solução rápida.
Ainda segundo a integrante do MPDFT, “é inaceitável que a gestão do chorume gerado em um aterro novo seja feita de forma tão improvisada. O mais importante agora é cobrar medidas apropriadas para evitar o pior”.
Na semana passada, a área técnica do SLU pediu que fosse decretado estado de emergência. Contudo, de acordo com o MPDFT, por enquanto não existe risco de contaminação da Barragem do Descoberto – o aterro fica a 200 metros do Rio Melchior, uma dos afluentes da Bacia do Descoberto.
Dentro dos próximos 30 dias, a Prodema aguarda esclarecimentos do SLU, da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa) e do Instituto Brasília Ambiental (Ibram).










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