Chuvas colocam em risco mais de 120 residências em Samambaia



“Moro aqui à força. Se pudesse, eu me mudaria”, lamenta a vendedora Raimunda Eugênia da Silva, 58 anos. Ela conta que as chuvas deixam as ruas intransitáveis e nem sequer é possível levar as crianças à escola. Só em 2019, a moradora já perdeu máquina de lavar, televisão e geladeira em consequência das inundações. “Um dia temos gás e luz, no outro, não. Quando chove, não tem nenhuma abertura para a água escorrer. Alaga tudo.”

As precipitações no Distrito Federal devem se estender até abril, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia. O relatório da Defesa Civil foi divulgado em outubro de 2018. Em comparação com 2017, uma nova região foi adicionada à lista com problemas graves:

A preocupação é compartilhada por Elizimar Sousa, comerciante de 49 anos. A rua onde ela mantém um pequeno mercado foi pavimentada há cerca de um ano. “Antes, a água levava tudo. Se não fosse o asfalto, estaríamos na lama.” No entanto, na frente da casa onde ela mora ainda não há sinal de obras.
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