Mulher corta pênis do marido após filha de 6 anos relatar que foi abusada pelo padastro


Uma mulher de 24 anos, tomada pela ira cortou o órgão genital do companheiro na noite de segunda-feira 30/07, em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Estado. Ela ficou revoltada após a filha de seis anos relatar que havia sido abusada sexualmente, na noite do de sábado 28/07,pelo padrasto de 26 anos. A família vivia junto há cerca de quatro anos, e a menina é filha do primeiro casamento da mãe.
Ele retirou a menina que tava com avó que é deficiente visual.
Ao sentir dor, a menina gritou, e o homem teria ameaçado bater na enteada caso ela contasse algo à mãe. Com medo, a criança decidiu revelar o ocorrido para a avó, no início da noite de segunda-feira. No momento em que a mãe da criança chegou do trabalho, ouviu parte da conversa. Foi quando soube do suposto abuso do companheiro. Ela ligou para a Polícia Militar, que a orientou a procurar o Conselho Tutelar. Uma reunião foi marcada para o meio-dia de ontem.
A mãe relatou à polícia que, quando o companheiro, que estava em um bar, voltou para casa por volta das 23 horas, ela não conseguiu esperar e, revoltada, pegou uma faca na cozinha e cortou o pênis do companheiro. Após o crime, a mulher saiu de casa correndo, levando a filha de seis anos e a mãe.
Em seguida ligou para a polícia. O homem foi levado para Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro, onde passou por uma cirurgia de duas horas para reconstrução do órgão e permanece em recuperação.

Já a mãe foi levada para a prisão feminina e vai responder por crime de lesão grave, podendo pegar de um a cinco anos de prisão. Em seu depoimento, ela disse que sua única preocupação neste momento é a segurança das crianças, pois sua mãe é cega e ela não tem com quem deixar a filha mais nova.
A menina de seis anos está com o pai biológico, que assumiu a guarda provisória da menor. Abuso recorrente Na ocorrência policial consta ainda que essa teria sido a segunda vez que o padrasto tentou abusar sexualmente da enteada.
A primeira foi quando a família morava no distrito de Córrego do Ouro, em Itapemirim, também no Sul do Estado. Na ausência da mãe, ele teria dito à avó que iria dar banho na criança e teria aproveitado para abusar da menina.
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