Homem leva tiro durante assalto em Samambaia


Um homem foi baleado de raspão em uma tentativa de assalto ocorrida em Samambaia, na madrugada desta terça (03/07), na quadra 205 de Samambaia

 o homem reagiu ao assalto e entrou em luta corporal com os criminosos. Um deles estava armado e disparou três vezes e ele foi atingido de raspão.

A vitima estava saindo de casa para trabalhar e eles pediram o celular dele, e ele não quis entregar e entrou em luta corporal.


O Distrito Federal abriga, ao mesmo tempo, a estrutura político-administrativa e residencial da capital, área onde não há homicídios, e regiões com assassinatos diários. Em regiões nobres como o Lago Sul, o Park Way e a Octogonal/Sudoeste há dois anos a polícia não registra assassinatos. Em outras, a poucos quilômetros do Palácio do Planalto e do Congresso, os índices de criminalidade são comparáveis às regiões mais violentas do país e do mundo.
De janeiro a maio deste ano a polícia brasiliense registrou 334 homicídios, 28 latrocínios e quatro mortes causadas por lesão corporal nas 31 regiões administrativas que formam o DF. Em média, foram quase duas execuções por dia. Isso representa 20 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes/ano. Este índice é quase o dobro de São Paulo, a maior cidade da América Latina, que registra 11 homicídios, latrocínios e lesões fatais por grupo de 100 mil por ano.
A taxa está longe da contabilizada em um dos estados menos violentos do país, Santa Catarina, que registra 12 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes/ano. Em alguns lugares, as estatísticas no Distrito Federal são próximas às registradas por alguns dos países mais violentos do mundo, como Nicarágua e El Salvador.
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