Parquinhos sem manutenção prejudica qualidade de vida dos moradores de Samambaia


Correntes partidas, pregos e pedaços de madeira expostos. É assim que boa parte das crianças encontra os parquinhos infantis em áreas de Samambaia a imagem do abandono reflete, segundo os próprios moradores, o descaso do governo e de parte da sociedade com o espaço público. O primeiro, por não fazer a manutenção adequada. O segundo, porque parte dos usuários são responsáveis pela depredação dos brinquedos que deveriam garantir riso solto e muita diversão.

Durante três dias, Moradores enviaram fotos para nossa equipe de reportagem e vimos a falta de manutenção de diversos parquinhos. Visitou 16 parques e conversou com os pais e as crianças sobre o que funciona e o que atrapalha nas estruturas.



Em alguns locais, como no na quadra 125 de Samambaia e  na quadra 225, ainda é comum encontrar os parquinhos de lata. Alguns até estão conservados, mas, devido ao clima de Brasília — Sol e calor intensos na maior parte do ano —, têm uso limitado, pois esquentam muito e podem queimar a pele das crianças. Nos bairros Norte e Sul, há muitas estruturas de madeira que não esquentam tanto. O problema é que boa parte está quebrada. Do total de parquinhos visitados , quatro estão abandonados e oferecem risco aos usuários. Um deles, o que fica entre as quadras 125 e 123 de Samambaia.


A Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos esclarece que existe um processo de licitação para manutenção de equipamentos públicos como parquinhos infantis, quadras poliesportivas, além de Pontos de Encontro Comunitário (PECs). Assim que for liberado pelo Tribunal de Contas do DF, serão investidos R$ 21,7 milhões. A depender da urgência, pequenos reparos, como pintura, troca da caixa de areia, manutenção de alambrados, reposição de parafusos e soldas, são feitos pelas próprias administrações regionais e pela Novacap

Além disso, também está em andamento, na Novacap, um processo para a compra de novos kits de parquinhos. Para isso, foi realizada a licitação, que se encontra em fase de análise de documentação e dos protótipos enviados pelas empresas. O levantamento das necessidades de manutenção de equipamentos públicos é feito pelas próprias administrações regionais, com base nas demandas dos cidadãos, recebidas por meios das ouvidorias das RAs ou dos líderes comunitários.



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