Rollemberg reprovado, não prioriza a educação no DF

Amargando o maior índice de rejeição já registrado no cenário político, o Governador Socialista Rodrigo Rollemberg (PSB) confirmou nesta terça – feira (02/01) a total inexistência de compromisso governamental com a Educação Pública.
De seu reduto Palaciano, Rollemberg adota postura de descaso para com a comunidade escolar, tratando Professores e Alunos como cidadãos de terceira categoria como se fossem indignos ou excluídos cada qual dos direitos fundamentais consagrados na Carta Política da República !!!
Aos Profissionais da Educação, Rollemberg nega condições dignas de trabalho e os reajustes salariais determinados por Lei, aos estudantes são entregues escolas sucateadas, grades horárias desfalcadas por falta de professores em determinadas matérias e em alguns casos faltam as próprias escolas, obrigando aos alunos um deslocamento penoso para outra cidade satélite diversa da sua residência.
Isto sem considerar que o cardápio da merenda escolar é incompatível com os elevados recursos registrados como “gasto” sob tal rubrica no orçamento do DF.
Mesmo com tais mazelas, inegáveis por qualquer um que conheça a realidade do DF, Rollemberg e seus Assessores insistem em apresentar uma “aquarela colorida” onde na verdade só existem garatujas e rabiscos borrados…
Preocupante e contrário ao interesse social é o tratamento dispensado por. Rollemberg à Verba do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf) referente, ao segundo semestre de 2017, eis que os gestores das 674 escolas do DF temem começar o ano letivo afundados em dívidas. Além de não terem condições de fazer pequenos reparos e compras fundamentais para as escolas.
Para o diretor, do Sinpro-DF, Samuel Fernandes, o ano letivo corre-se o risco de não iniciar por falta de verbas.
O governo tem prometido o pagamento da segunda parcela, desde o ano passado. “O Pdaf é um dinheiro para manter a escola, comprar materiais pedagógicos e fazer pequenos reparos e comprar gás para a merenda”, resaltou Samuel.
De acordo com Samuel Fernandes, sem o recurso, os gestores ficam impossibilitados de quitarem as dívidas feitas durante o ano passado. Agora, estão devendo e os fornecedores, cobrando.
Ainda de segundo o diretor do Sinpro, além da falta da segunda parcela de 2017, não se sabe quando será feito o pagamento da primeira de 2018. “Com o governo repassando a verba de 2017 em 2018, ele vai alegar que esse dinheiro é para fazer os reparos para iniciar o ano. Mas vai dar só para pagar as dívidas”, explica. “É grave. O governo tem que ter em mente que precisa pagar 2017 para quitar dívidas e dar a parcela de 2018 para os diretores fazerem as benfeitorias”, completa.
Ele afirma que toda a rede está abalada pela falta do pagamento. “Exigimos que o governador Rollemberg deposite de imediato a parcela que deve do Pdaf de 2017 e logo no início de janeiro pague a primeira parcela de 2018, para que as escolas possam garantir o mínimo de estrutura para receber os alunos”, conclui.
Nesta terça-feira (2/01), no Palácio do Buriti, o governo de Rodrigo Rollemberg, fez o balanço das promessas de campanha que já foram concluídas ou estão em andamento. Durante apresentado pela secretária e Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, demonstrou o não cumprimento das metas na educação.
Segundo, a secretária, a justificativa do governo para o não cumprimento de 31% foi a mudança de estratégia que não priorizou a educação no Distrito Federal.
O reajuste salarial para servidores do GDF está fora dos planos até dezembro de 2018, afirmou Leany Lemos.
Redação
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