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| Foto: divulgação |
De acordo com a corporação os militares foram afastados
das atividades operacionais, mas estão no serviço administrativo. O processo
foi encaminhado para a Auditoria Militar, vara do Tribunal de Justiça do DF,
que julga crimes cometidos por militares.
Os policiais informaram que o manifestante atingido pelo
o tiro ainda está com a bala alojada no rosto, por isso a perícia ainda não foi
feita, pois assim não é possível saber se a arma partiu do policial ou de
outras pessoas no local.
Eduarda Fernandes


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