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| Foto: divulgação |
A Justiça do Trabalho de Brasília condenou dono de
empresa a pagar uma indenização de R$ 7,5 mil por danos morais para uma
funcionária que foi chamada de “loira burra” pelo o chefe.
A mulher trabalhava como agente de portaria em um condomínio
em Sobradinho, no DF, ela foi alvo de ofensas e humilhações por parte do
patrão, ela conta que recebia restrições de ir ao banheiro e que não tinha água
potável no local.
A empresa nega as acusações, mas segundo o advogado da
vítima, Ademilson Bento de Oliveira, as humilhações eram recorrentes.
"O chefe imediato dizia que ela era loura burra,
imprestável, enfim, fazia humilhações. Na verdade, ele não tinha paciência
porque ele falava no telefone e às vezes ela não entendia e ele começou os
insultos”, conta o advogado.
Uma testemunha relatou para o juiz Jonathan Quintão Jacob,
que já tinha escutado o chefe dela chamando a vítima de “loira burra”, disse também
que os funcionários só podiam usar o banheiro uma vez pela manhã e de tarde.
O magistrado afirma que as evidências comprovam o abuso do
chefe com a funcionaria, onde ela era humilhada e sofria restrições.
Eduarda Fernandes


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