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| Foto: divulgação |
Detentos do Complexo Penitenciário
da Papuda, em Brasília, estão sofrendo há pelo menos quatro meses com feridas,
coceiras e bolhas purulentas na pele. A doença que está se espalhando se chama
impetigo, conhecida também como impinge, uma enfermidade contagiosa que está
afetando até mesmo os visitantes.
Familiares dos detentos
reclamam da situação e denunciaram no Núcleo de Controle e Fiscalização do
Sistema Prisional (Nupri) do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT). Após a denúncia foi feita uma inspeção, no
dia 27 de junho, assim, representantes do órgão constataram a veracidade do
caso e enviaram um ofício à direção do presídio e à
Vara de Execuções Penais (VEP).
O MPDFT informou que fará
vistorias e tomará providências, para resolver o problema. A Secretaria de
Saúde (SES) também foi cobrada pelo Nupri para que tome providência
sobre o caso.
Segundo familiares o problema
começou em maio e os presos não estão sendo tratados. Muitas companheiras dos
detentos também relataram que tiveram contato e ficaram contaminadas com a
doença.
Especialistas informam que a
doença deve ser tratada, ou pode virá algo mais sério. A doença se espalha
rapidamente e é necessário tratar com pomadas e medicação, além de manter-se em
um local limpo e com higienização.
A Subsecretaria
do Sistema Penitenciário (Sesipe) e a Secretaria de Saúde informaram
que os presos estão sendo acompanhados por especialistas e o tratamento já começou.
Eduarda Fernandes


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