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| Foto: Agência de Brasília |
A Secretaria de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, promove ações para minimizar o impacto do abandono de crianças e adolescentes, hoje em Brasília as instituições de acolhimentos abrigam cerca de 400 deles. Essas entidades são amparadas por orientações pedagógica e metodológicas de acordo com Ana Angélica Campelo, diretora da secretaria de acolhimento.
Todas as recomendações são fundamentadas pela Cartilha nacional de Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes, que explica toda a estrutura do programa. Além do serviço atender crianças e adolescentes que estão à espera de um lar adotivo, também atende jovens que estão afastados provisoriamente da família.
As ações são caracterizadas por palestras com temas voltados à família e prevenções, como o uso de drogas, todas são bem organizadas e oferecidas de acordo com a necessidade de cada instituição e a Pasta sempre faz um acompanhamento mensal, para sempre saber como estão andamento delas.
O Distrito Federal conta com 15 instituições e oito delas recebem apoio financeiro do governo. cerca de 730 mil são passados mensalmente para ajudar. De acordo com a Vara da Infância e da Juventude informa que 80 % das crianças que aguardam por adoção não atendem o perfil das 538 famílias que estão habilitadas a adotar.
A maioria das famílias, de acordo com a Vara da Infância e da Juventude, querem adotar crianças menores de 2 anos, com pele morena clara e que não tenha irmãos, isso dificulta o processo de adoção das crianças, por outro lado se a família quiser adotar crianças que tem irmãos , por exemplo, no outro dia o processo é inicializado.
Para adotar alguma crianças ou adolescente, basta ir na Vara da Infância e da Juventude e mostra interesse. precisa ter no mínimo 21 anos e pelo menos 16 de diferença do adotado. Os documentos exigidos são: Carteira de Identidade, CPF, nada-consta da Policia Federal, Justiça e Criminal. Também o comprovante de residência e renda, atestado de saúde física e mental, além de comprovando se for casado ou viver em união estável.
Após o cadastro, o candidato passa por uma programa psicossocial, produzido pela Vara da Infância, com duração de 12 h, o objetivo é esclarecer tudo sobre a adoção. Em seguida terá uma entrevista com psicólogos que avaliam a pessoa que quer adotar. Se o processo for positivo, o candidato terá o nome inserido no cadastro de adoção com validade de 5 anos.
Eduarda Fernandes


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