Arruda e Agnelo são citados por irregularidades em obras delatadas na Lava Jato

Grandes obras de Brasília estão sob investigação na Operação Lava Jato, o Centro Administrativo, BRT Sul, Jardins Mangueiral e o Estádio Nacional Mané Garrincha são uns que estão na mira do grupo que investiga irregularidades e a lista ainda pode aumentar.
O relatório elaborado pelo Grupo de Ações Integradas de Controle (Gaic), inclui 21 pessoas, dois consórcios e 16 empresas. Entre elas estão dirigentes de empresas públicas e agentes políticos e privados. todos foram citados em colaborações premiadas de dirigentes e ex-dirigentes da Construtora Norberto Odebrecht na Operação Lava-Jato.
Os ex-governadores José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz,  foram uns dos citados na investigação. O documento prevê abertura de processo administrativo contra os citados quando for identificado às irregularidades cometidas e motivos. Eles podem ficar impossibilitados de retomar ao serviço público, pagar multas, sofrer advertências, demissões e suspensões.
“Mesmo que o agente não seja mais servidor público, ele deve responder pelo que fez”, explica Henrique Ziller, controlador-geral do DF.  Já as empresas privadas pode ocorrer sanções financeiras e inidoneidade. O Ministério Público poderá abrir processos civis públicos, de improbidade administrativa e penais conta os envolvidos.


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