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| Foto G1 |
Na manhã desta sexta-feira (23/9), 15h após o encontro com O Pensador, João ainda estava emocionado. E o sorriso era constante. “Eu nunca ia esperar uma coisa dessas. O Gabriel, o Pensador veio de tão longe aqui na minha casa, um lugar tão humilde, nossa…”. João mora na Chácara Santa Luzia, na Estrutural, uma das áreas mais carentes do Distrito Federal.
“E o que você vai fazer com o dinheiro, João?”, pergunto. A resposta não é “reformar a minha casa”, “comprar um carro”, “uma bicicleta”, “móveis” ou “um eletrodoméstico”. Também não é brinquedo ou roupas para a filha Yasmim, de 10 meses. “Vou ajudar a minha mãe”, responde. Sim. Mesmo morando num barraco improvisado com a família, o rapaz quer, primeiro, ajudar a mãe.
Ele ainda não consegue entender como seu gesto, de devolver o dinheiro ao fonoaudiólogo Bruno Temistocles, mudou tanto a sua vida. “Rapaz, graças a Deus apareceram pessoas abençoadas e com o coração tão bondoso...Só agradeço todos os dias essa oportunidade”, diz.
“E o que você vai fazer com o dinheiro, João?”, pergunto. A resposta não é “reformar a minha casa”, “comprar um carro”, “uma bicicleta”, “móveis” ou “um eletrodoméstico”. Também não é brinquedo ou roupas para a filha Yasmim, de 10 meses. “Vou ajudar a minha mãe”, responde. Sim. Mesmo morando num barraco improvisado com a família, o rapaz quer, primeiro, ajudar a mãe.
Ele ainda não consegue entender como seu gesto, de devolver o dinheiro ao fonoaudiólogo Bruno Temistocles, mudou tanto a sua vida. “Rapaz, graças a Deus apareceram pessoas abençoadas e com o coração tão bondoso...Só agradeço todos os dias essa oportunidade”, diz.
João encontrou o dinheiro na terça-feira (20/9), enquanto separava os materiais reciclados. Bruno tinha ido à cooperativa na tentativa de encontrar os dólares. O cunhado dele, de 7 anos, jogou o envelope no lixo sem saber o que tinha dentro. Já sem esperanças, o fonoaudiólogo deixou o número de telefone, caso alguém encontrasse o dinheiro. E se surpreendeu com a ligação de João.
Pelo gesto, Bruno ofereceu R$ 600 de recompensa, além de emprego com carteira assinada na empresa da família.
Pelo gesto, Bruno ofereceu R$ 600 de recompensa, além de emprego com carteira assinada na empresa da família.
Fonte
Correio Braziliense


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