Um dos suspeitos de planejar ato terrorista durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, preso no Rio Grande do Sul, é um criador e vendedor de galinhas de raça no município de Morro Redondo. O jovem, que mora numa propriedade rural de três hectares com o pai, a mãe, o avô e o irmão mais novo, confirma ter mantido contato com desconhecidos em mensagens trocadas pelo Telegram, mas nega a intenção de praticar atentados.
Ao vê-lo sendo detido nesta quinta-feira (21), por volta das 5h, o pai afirmou em entrevista a Agência RBS, que o filho não é um bandido. “Simplesmente falou com a pessoa errada na hora errada. Passaram esse ‘zap zap’ aí. Ele, inocentemente, respondeu, achando que estava fazendo uma grande coisa. É um idiota, foi aceitar conversar com um cara que nem conhece. Ele nunca nos falou nada. Disse que estava conversando com amigos. O delegado perguntou qual era o plano. Ele disse que não tinha plano nenhum, que não faria atentado. Disse que foi respondendo às mensagens sem saber o que estava acontecendo” relatou.
Acusação
De acordo com agentes que comandam as investigações, o jovem e outros suspeitos elogiavam os recentes atentados em Nice, na França; e em Orlando, no EUA, em conversas realizadas no Telegram. Também combinavam compras de armamento e chegaram a debater praticar atos terroristas no Rio.


0 comentários:
Postar um comentário