Motoristas e cobradores de ônibus paralisam as atividades das 11h às 14h desta quarta-feira (1º), em reivindicação pelo reajuste na data-base e 20% no salário e tíquete. "Estamos fazendo esses atos para chamar a atenção do governo e dos empresários que, até agora, não apresentaram nenhuma contraproposta para a categoria", afirma o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Jorge Farias.
A paralisação é adotada por funcionários das empresas São José, Marechal, Piracicabana, Pioneira e Urbi, e afeta transportes de Taguatinga Sul, Sobradinho, Santa Maria, São Sebastião, Guará, Cruzeiro, Recanto das Emas e Setor "O". Ao menos três mil rodoviários aderiram ao movimento.
Segundo Jorge, os empresários alegam que só poderão negociar com os trabalhadores após o pagamento da dívida de R$ 160 milhões por parte do Governo de Brasília. Atualmente, motoristas têm o rendimento bruto de R$ 2.121 e cobradores, R$ 1.108 mensais.
Caso não haja um posicionamento com o ato, os rodoviários devem paralisar as atividades novamente na madrugada de quarta para quinta e de quinta para sexta, das 4h às 7h. Por meio de nota, a Secretaria de Mobilidade negou que haja dívidas. "A situação dos repasses de 2016 às empresas de transporte coletivo está normalizada".


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