Caso se confirme a expectativa, Dilma será afastada da Presidência da República por até 180 dias e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumirá o cargo.
Para que isso ocorra, é preciso que o Senado decida por maioria simples, o que equivale a metade mais um dos presentes na sessão.
O quórum mínimo é de 41 parlamentares, mas o plenário deve ficar cheio, no entanto, há uma expectativa de que entre quatro e sete senadores (do total de 81) não votem. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), não participa da votação.
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A sessão está prevista para começar às 9h. Cada parlamentar terá 15 minutos para discursar. Caso todos os 81 senadores queiram falar, os debates podem durar mais de 20 horas. Ainda estão programados dois intervalos de uma hora cada, a partir das 13h e das 19h.
Mesmo assim, Renan Calheiros está otimista. O senador alagoano acredita que a sessão será encerrada às 22h.
O rito
A comunicação do afastamento de Dilma, se aprovado, será feita pessoalmente pelo primeiro-secretário do Senado, Vicentinho Alves (PR-TO). Se isso ocorrer, Temer assumirá automaticamente, sem direito à cerimônia de posse.
A comunicação do afastamento de Dilma, se aprovado, será feita pessoalmente pelo primeiro-secretário do Senado, Vicentinho Alves (PR-TO). Se isso ocorrer, Temer assumirá automaticamente, sem direito à cerimônia de posse.
A expectativa é de que a notificação da presidente ocorra ainda na quarta-feira à noite, se a votação seguir o cronograma previsto por Renan, ou na quinta-feira pela manhã.


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